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terça-feira, 6 de setembro de 2011

A Sociedade do Espetáculo - O Teatro Mágico


O Teatro Mágico, trupe de artistas que mescla música, literatura, circo e teatro em seus trabalhos e apresentações, lançou hoje, na internet, o seu mais novo álbum: "A Sociedade do Espetáculo". O álbum, que traz uma proposta estética e lírica difente dos dois últimos lançamentos, é o terceiro produzido pela trupe radicada na cidade de Osasco, São Paulo.

Com uma proposta artístico-cultural politizada, O Teatro Mágico é uma das bandas independentes brasileiras mais aclamadas e com maior fidelidade do público. A banda é, ainda, uma das pioneiras, no país, na difusão dos fundamentos da cultura livre, da arte independente e do Creative Commons. Posturas claras em suas canções e em suas apresentações, desde a forma de produção aos discursos entoados do palco.

Não é só no campo político que a trupe tem - o merecido - destaque. Escanteado pelos meios de produção e de comunicação tradicionais, especialmente pela postura política e pela repulsa ao popular "jabá", o grupo possui uma imensidão de fãs fiéis - seja à ideologia política ou ao lirismo poético sempre presente. Não por menos, já conseguiu espaço em diversos programas de televisão e em novela de grande porte.

Sendo o grupo, que tem concepção fortemente inspirada na obra do alemão Herman Hesse, tão distinto e original, com sua música não poderia ser diferente. O Teatro Mágico mistura a música folclórica brasileira com elementos da música orquestrada, pop, rock e passagens eletrônicas, além do uso de diversos recursos sonoros - em voz e efeitos.

Portanto, para os ouvidos curiosos, garimpeiros, críticos ou politizados o material dessa trupe - sempre compartilhado gratuitamente com seu público - é um prato cheio. Se você nunca ouviu falar neles, recomendo que vá atrás do tempo perdido e dê um procurada no YouTube (porque em um grupo que reúne tantos elementos de arte a experiência audiovisual é sempre mais arrebatadora).

Você pode fazer o download do novo álbum, "A Sociedade do Espetáculo" (marcado no Twitter com a hashtag, que esteve no top 10 mundial durante o dia de hoje, #ASoeciedade), através da Fan Page da Trupe no Facebook, "pagando" por isso com um tweet. Confere, então, uma palhinha do que está guardado nesse download:

O Teatro Mágico - Amanhã... Será?


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Freddie Mercury & Queen: the show must go on!


Freddie Mercury, popularmente conhecido por liderar o Queen - um dos mais aclamados e influentes grupos de Rock da história -, completaria, hoje, se estivesse vivo, 65 anos. A data não foi esquecida nem pelo Google, que resolveu dar uma surpresa aos fãs: fazer uma homenagem, através de um doodle, em sua página inicial de buscas.

A homenagem é bastante oportuna uma vez que, em 2011, não só o Freddie faria 65 anos, mas o Queen - que hoje segue sem Freddie e com Paul Rodgers no vocal - completa 40 anos de carreira. No Twitter, no início do dia, "Freddie Mercury" esteve no topo dos Trending Topics (TT's) mundiais (índice de assuntos mais comentados desta rede), e no final desta tarde "Bohemian Rhapsody" (título de uma canção da Queen) esteve no top 10 dos assuntos mais tuitados.

Tanta "badalação" não é à toa. O Queen é tido pelo público e pela crítica como uma das mais importantes bandas de Rock da história da música, chegando a vender mais de 300 milhões de álbuns no mundo inteiro. Uma das bandas mais populares da Ingalterra, especialmente nas décadas de 1970 e 1980, o Queen foi um dos precussores do Rock como hoje o concebemos, fazendo uma pioneira mistura de Hard e Glam Rock com pitadas de Ópera e música Pop.

Freddie Mercury foi, e continua sendo, um mito. Tido como um dos maiores vocalistas de Rock de todos os tempos, fez também carreira solo e teve uma vida cercada por controvérsias. Como todo gênio que vive sob holofotes, foi alguém de grandes conflitos e que, apesar do sucesso e da personalidade forte, evitava a exibição de sua vida pessoal na mídia.

Infelizmente, partiu em em novembro de 1991, aos 45 anos, vítima da AIDS (ao ser acometido de pneumonia) e da "solidão", seis anos depois de, em 1985, participar da primeira - e histórica - edição do festival de música Rock in Rio (que reuniu nomes como AC/DC, Iron Maiden, Scorpions, The B-52's, Whitesnake, Rod Stewart, Nina Hagen e cia). Mas, traçando um paralelo com outro poeta e músico vítima do mesmo mal, "O tempo não pára". E como cantou o próprio Freddie, "The show must go on".

Por isso, sendo um bom apreciador de música e de um bom Rock, eu não poderia deixar de registrar um pouco da musicalidade ímpar desse cara aqui. Quem, assim como eu, passou a infância ouvindo, ao menos vez por outra, as canções compostas e/ou entoadas pelo Freddie e pelo Queen, sabe o quanto esse som é único. Assim sendo, deixo aqui uma palhinha do que, pra mim, nem é música, é um "absurdo" de tão bom:

Queen - Bohemian Rhapsody